Nos EUA, 77% dos adultos estão on-line
Segundo recente pesquisa, conduzida pela eMarketer, 77% dos adultos americanos estão on-line.
Segundo recente pesquisa, conduzida pela eMarketer, 77% dos adultos americanos estão on-line.
Segundo pesquisa realizada pela eMarketer nos EUA, 92% (!) dos funcionários concordam que é direito da empresa a instalação de programas (web filters) que limitem o acesso a determinados sites ou a que tipo de conteúdo o funcionário possa acessar através da empresa.
Leia o artigo na íntegra (em inglês).
Segundo pesquisa da eMarketer, a marca histórica de um bilhão de usuários internet foi atingida em Dezembro de 2005. Atualmente, cerca de 865 millhões de pessoas acessam a internet regularmente.
A prefeitura de New York anunciou que pretende disponibilizar conexão à web, wireless, em toda área do Central Park. A instalação de pontos de conexão e infra-estrutura de banda larga será paga por empresas privadas que patrocinarão o projeto.
Anualmente, 25 milhões de pessoas visitam no parque mais famoso da cidade e, a partir de julho, poderão também se conectar à web com seus PDAs e laptops.
A administração do parque prevê a instalação de oito pontos de acesso, o suficiente para cobrir não só o parque mas também seu entorno, onde se localizam centenas de cafés e restaurantes.

Aí a foto da nova Mega Store da Apple na Fifth Avenue em Nova York, que inaugura hoje, 19 de Maio de 2006.
Os Mac-fan(áticos) estão acampados na porta há dois dias (!) esperando a abertura da “iLoja”.
e a miopia do mercado
Enquanto os egos de Nicholas Negroponte e Bill Gates se digladiam por meses, sempre olhando para o próprio umbigo, discutindo a viabilidade, a forma, a função, os “comos” os “ses” e os “porques” de se desenvolver uma solução para as massas (o tal Notebook de 100 dólares), uma pequena empresa sul-coreana, voando abaixo dos radares do mercado, e dos egos, já está há 18 meses produzindo e vendendo notebooks para os mercados asiático e sul-americano por preços algumas vezes inferiores a 100 dólares.
A empresa nComputing já entregou, até a presente data, cerca de 80.000 unidades e recentemente assinou um grande acordo (de alto valor) com a WTO (World Trade Organization).
Um coisa que aprendemos, ou deveríamos ter aprendido, é que o mercado de TI, em especial, está em constante mudança. A start-up, ou empresa moribunda, de hoje pode ser a blue-chip de amanhã. Lembrem-se do exemplo da Apple, que todo o mercado antecipava a sua morte e, tal como Fênix, ressurgiu das cinzas com o iPod e o iTunes… a continação dessa história todos estão acompanhando…
Criada como um novo recurso de comunicação para as tropas do exército norte-americano, a rede Mesh chega ao mercado como peça-chave na expansão das redes sem fio.
Na década de 90, a Darpa (Defense Advanced Projects Agency), agência de pesquisas das forças armadas dos Estados Unidos, começou a estudar uma tecnologia para facilitar a comunicação no campo de batalha, eliminando a necessidade de um ponto central de rede, de forma que todos os elementos das tropas (helicópteros, tanques, além dos próprios soldados) pudessem trocar informações diretamente, em tempo real, sem a necessidade de fios. Foi assim que surgiu o conceito das redes Mesh – do termo malha, em inglês.
As redes Mesh já chegaram ao mercado prometendo revolucionar as comunicações wireless. A principal razão é que essas redes usam uma topologia de conexões redundantes entre os nós, criando uma malha capaz de se autoconfigurar e auto-reinstalar. Ou seja, em caso de queda de um ponto qualquer, a comunicação é assumida pelos outros nós de forma automática.
Essa capacidade de comunicação por múltiplos nós acaba criando rotas alternativas automáticas, evitando pontos de congestionamento na rede e possíveis obstáculos, como roteadores defeituosos etcetera.
Além disso, em uma rede Mesh pura, cada dispositivo, incluindo notebooks, PDAs e smartphones, pode enviar tráfego diretamente para outro, em um sistema muito parecido com as atuais redes peer-to-peer. Tudo isso, somado às características de uma rede sem fio, como banda larga, suporte IP end-to-end, transmissão de voz, dados e vídeo, recursos para posicionamento geográfico sem a utilização de GPS e suporte para dispositivos em mobilidade total.
Algumas vezes temos a sorte de nos deparar com alguns profissionais e empresas com as quais trabalhar é um privilégio. Assim foi, e está sendo, ter a Hill & Knowlton Brasil como Cliente.
A Hill & Knowlton é uma das maiores empresas de comunicação do mundo mas, sobretudo, as pessoas que compõem o seu time são de primeira linha o que torna a sinergia entre nossas empresas poderosa.
A Wyse conquistou a Hill & Knowlton como Cliente, mas eles certamente também nos conquistaram. ![]()
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